sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Meras escolhas.



Por muitas vezes me decepciono com as pessoas. Principalmente com as que mais considero; por elas se fazerem ausentes da minha vida. Porém, parei pra analisar e cheguei a uma conclusão: eu sei da importância que essa pessoa tem na minha vida, mas eu não sei qual é a importância que eu tenho na vida dela.
Certa vez, uma amiga me disse que não faria uma festa de casamento, que faria somente uma janta, com 20 ou 30 convidados. Perguntei a ela porquê não faria uma festa grande, e ela disse exatamente isso.
Então, sei que não devo (e vou tentar) ficar chateado com as pessoas, porque da mesma maneira que elas se fazem ausentes da minha vida, eu posso estar sendo na vida de alguém que me considera.
Mas uma coisa é certa: é tudo questão de prioridades.
Sem mais,
Skuity.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Sobre algo Corriqueiro.

Sério, não sei o que acontece comigo. Mesmo vendo, revendo, relembrando todas as histórias, não consigo entender onde erro (se é que erro).
É sempre a mesma coisa; a pessoa vem, se apresenta, como quem não quer nada, e vai me cativando aos poucos. De uma maneira ou de outra, vai ganhando um espaço nesse meu coração que não para de apanhar (mas persiste no mesmo erro); seja na forma de falar, nos pensamentos, nos planos do futuro, nos gostos, na personalidade, no sorriso com os olhos (gente que sorri com os olhos... *-*), etc. Enfim, coisas que combinam e me fazem sentir diferente.
Alguns, nem chego a conhecer pessoalmente; conversamos por semanas e a pessoa some. Sim, simplesmente some. Mas o pior mesmo são aqueles que você conhece, convive, ouve a voz, sente o cheiro do perfume, o toque suave de pele, o beijo apaixonante, os cabelos por entre os dedos, o simples gesto de desejar "bom dia" depois daquelas noites maravilhosas, onde tudo se encaixa perfeitamente, e aos poucos vai ficando estranho; deixa de lado o "Bom dia. Tudo bem?", demora pra responder, não atende, e quando responde, o faz de forma que você sente a diferença (ou indiferença) fácil. Mas ainda assim, você insiste, porque acredita que pode dar certo (burrice consciente!), para no fim escutar um "Desculpa, não vai dar, ainda gosto do meu ex!", "Ah, sabe o que é... conheci outra pessoa, me apaixonei!", "Não quero nada sério no momento!" (e uma semana depois muda o status do relacionamento), ou então "É que você apareceu na hora errada!".
PORRA! Estou cansado de ser a pessoa certa na hora errada.
Meninos, por favor, não brinquem com os sentimentos alheios. Até porque, o amanhã é uma incógnita!
Beijos e abraços.
Mais um pensamento do Skuity.